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Álvaro Saraiva a opinião de Jorge Faustino

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altConheci-o por alturas da sua conquista do Título Nacional de Juniores Femininos, pela Escola da Amadora. Não me lembro exactamente do ano, mas era eu treinador do Maria Pia e fazíamos sempre uma festa de encerramento da época desportiva.

Os jogos eram no velhinho campo do Maria Pia, ao ar livre e não se pode dizer que, embora convidadas, lá fossem, ou quisessem ir, muitas equipas campeãs nacionais. O Álvaro e a sua equipa foram… Pode parecer de pouca importância, mas o facto acima revela um pouco do carácter do treinador Álvaro, ou seja, “pouca cagança” e “vamos mas é dar no duro”, virtudes que, como se sabe, são bastante comuns no meio, mas ao contrário!
 
Devo dizer que essa atitude, na altura, ganhou o respeito de um aprendiz (ou muito perto disso) de treinador. Foi mais tarde, quando colaborei com a A.B.L., que conheci melhor o Álvaro, como treinador e como pessoa, embora, inicialmente, com o preconceito adquirido de que o homem era “intratável”. Aliás, a “fama” precedia-o e hoje, passados alguns anos, percebo bem porque acontecem estas coisas a pessoas que alcançam resultados sem “truques” ou “conversa mole”, mas isso são outras contas…

Na verdade, a atitude frontal, honesta e solidária que o caracterizam, foi a única responsável por termos sido bons colegas de equipa técnica no basquetebol e bons amigos hoje, apesar de já não existir o elo do basquete. É certo que é mais valorizado o mentiroso simpático do que o frontal e, por vezes, carrancudo, mas eu cá, para amigos, prefiro os últimos, sendo certo que tenho poucos.
 
Parabéns Álvaro, do teu amigo Jorge Faustino

 

 


 
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