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Torres Novas justo vencedor da 1ª Divisão Feminina

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altAo vencer ontem o Académico (60-53), no jogo 5 da final do play-off do Campeonato Nacional da 1ª Divisão Feminina, o Torres Novas conquistou o título nacional com inteira justiça, o que acontece pela primeira vez no historial do clube.
 
Se na primeira metade o Académico merecia estar na frente (24-27), fruto de uma melhor entrada na partida (ganhou o 1º período por 10-15), para depois aguentar uma ligeira reacção das anfitriãs no 2º quarto, que o Torres Novas venceu por 14-12, o certo é que a reentrada das torrejanas após o intervalo acabou por justificar a reviravolta no marcador.

Paradoxalmente as alvi-negras até reentraram bem no jogo com a poste Mariana Silva a converter dois cestos consecutivos na área restritiva, catapultando a sua equipa para a segunda maior vantagem (24-31), no minuto 23. As coisas não estavam a surtir da melhor maneira para as torrejanas, obrigando o seu treinador, Fernando Pereira, a parar o encontro um minuto volvido. Fez reentrar Inês Aragão, passando a jogar com um trio de elevada estatura, pois já estavam em campo Nataliya Yakovleva e Sónia Guilherme, todas elas acima do 1,80m. Foi esta opção, quanto a nós decisiva, que inverteu o rumo aos acontecimentos, pois o Torres Novas conseguiu um parcial de 8-0, por intermédio de Sónia e Yakovleva, em pouco mais de 3 minutos, encostando o resultado (32-33). Optando por jogar na área pintada, em detrimento do jogo exterior, dado que a eficácia andava baixa, as pupilas de Fernando Pereira começaram por empatar (34-34), para depois passarem para o comando, terminando o 3º período na frente (42-38).

Defendendo com garra as academistas conseguiram parar o ataque adversário no início do último quarto, ao mesmo tempo que viam averbar a 4ª falta a duas pedras influentes da turma anfitriã (Yakovleva e Filipa Freitas), ambas no minuto 31. Chegaram mesmo a igualar por duas vezes (42-42 e 44-44) e o acumular de faltas por banda das torrejanas faria pensar que o Académico ainda tinha uma palavra a dizer, nomeadamente após a exclusão de Yakovleva (minuto 34) e a 4ª falta de Inês Aragão (à entrada do minuto 35). O marcador assinalava 44-44 e o técnico anfitrião pediu novo desconto de tempo. Colocou em campo Telma Machado que, com duas penetrações a papel químico, deu à sua equipa uma preciosa vantagem de 4 pontos (48-44), ainda no minuto 35. Era chegada a altura de se tomarem as decisões e Eugénio Rodrigues parou também o jogo, fazendo reentrar Francisca Braga (para nós a melhor das portuenses ontem). O Académico ainda teve forças para empatar de novo (50-50), convertendo duas situações de contra-ataque. Foi já na ponta final da partida que o Torres Novas deu o golpe de misericórdia, primeiro com uma entrada de Filipa Freitas (52-50), travada em falta por Ana Costa (5ª falta), convertendo o lance livre a que teve direito (53-50) e logo a seguir uma bomba de Sónia Guilherme (56-50), com 1minuto e 14 segundos para jogar. O treinador academista ainda parou de novo o cronómetro, mas a maior experiência das torrejanas foi decisiva nesta fase até final da partida, provocando a falta para, da linha de lance livre consolidarem a vitória, pese embora um triplo da base Joana Ferreira, a fazer 58-53, tenha obrigado Fernando Pereira a jogar pelo seguro, pedindo o seu terceiro desconto de tempo quando havia 13,9 segundos para jogar.                     

Destaque nas vencedoras para o trio constituído por Sónia Guilherme (15 pontos, 1 triplo, 5 ressaltos defensivos e 3 faltas provocadas), Nataliya Yakovleva (11 pontos, 7 ressaltos sendo 1 ofensivo e duas faltas provocadas) e Inês Aragão (14 pontos, 1 triplo, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo e duas faltas provocadas). Uma palavra de incentivo para Paula Barbosa (1 triplo e 4/4 nos lances livres), enquanto a capitã Telma Machado (1 triplo), Filipa Freitas (7 turnovers) e Mafalda Sanheiro (condicionada muito cedo por faltas) foram intermitentes. As jogadoras interiores do Torres Novas fizeram a diferença ao facturarem 40 pontos, compensando a fraca inspiração das suas atiradoras (21% com 4 triplos em 19 tentativas).

No colectivo de Eugénio Rodrigues a melhor prestação foi de Francisca Braga (12 pontos, 8 ressaltos defensivos, 5 roubos, uma assistência e 3 faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres, pese a fraca eficácia nos triplos ao falhar as 7 tentativas), seguida de Sara Brochado (7 pontos, 1 triplo, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo, 5 roubos e 4 faltas provocadas). O calcanhar de Aquiles do Académico voltou a ser o jogo exterior (15%, com 4 triplos convertidos em 26 tentados), com Ana Costa a ser excepção (2/3 nos triplos), porque acabou por cometer menos erros que o adversário (24-15 turnovers), não aproveitando esse handicap.

Ficha do jogo

Torres Novas (60) - Filipa Freitas (4), Mafalda Sanheiro (2), Telma Machado (7), Sónia Guilherme (15) e Nataliya Yakovleva (11); Inês Aragão (14), Paula Simões e Paula Barbosa (7)

Académico (53) - Joana Ferreira (11), Sara Brochado (7), Francisca Braga (12), Cristina Leite (7) e Mariana Silva (6); Ana Costa (10), Joana Oliveira, Joana Cruz e Rosa Santos 

Por períodos: 10-15, 14-12, 18-11, 18-15

Árbitros: Sónia Teixeira e Samira Barrima

 

 


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