Equipa guerreira e lutadora
 
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altComeça amanhã em Debrecen (Hungria) o Campeonato da Europa de Sub-16 Femininos, Divisão A, em que Portugal faz a sua estreia na elite europeia.

A comitiva lusa, chefiada pelo vice-presidente Manuel Barbosa, viajou para aquela cidade húngara na noite da passada 2ª feira, tendo chegado a Debrecen ao início da manhã, depois de ter feito a ligação de autocarro, desde o aeroporto de Budapeste.
O calendário da 1ª fase já é naturalmente conhecido. Portugal faz parte do Grupo A, onde terá como adversários, a partir de amanhã (dia 31) a Grécia (16H00), a Rússia (dia 1-18H15) e a Turquia (dia2-13H45). O 1º dia de descanso será no dia 3 (domingo) e a 2ª fase terá início na 2ª feira (dia 4). A diferença horária na Hungria é de mais uma hora que em Portugal.           

P (JT) – Já em Debrecen (Hungria) auscultámos a seleccionadora nacional de Sub-16 Femininos sobre as perspectivas que estão em aberto no tocante à prestação das suas jovens jogadoras, sabendo que para a maioria delas (9 das 12 que integram o grupo final) é a sua estreia nos palcos europeus. Apenas Beatriz Jordão (poste) que reforçou a selecção de Sub-18 (o respectivo Europeu terminou no domingo passado em Matosinhos), a capitã Catarina Miranda e Constança Neto fizeram parte da selecção que em 2013 foi vice-campeã da Europa (Divisão B), garantindo a subida à Divisão A. Sabendo de antemão que na fase preliminar o sorteio ditou-nos o Grupo A (na companhia da Grécia, Rússia e Turquia), que defrontaremos por esta ordem a partir de 5ª feira (dia 31), como é que antevês a participação este ano?

R (ACN) – «Este ano vamos disputar, pela primeira vez, a Divisão A. O que por si só é, de certeza, um enorme e duríssimo desafio. Aliada à inexperiência da maioria das atletas nestas andanças dos Europeus, há a acrescentar nesta Divisão um jogo mais evoluído, intenso e físico. Teremos de jogar em constante superação e muito focadas nas nossas tarefas para podermos ser competitivas. Os três adversários na primeira fase são competidores assíduos nesta Divisão, são três potências do basquetebol. Portanto jogar com qualquer delas vai ser tremendo!».         

P (JT) – O fecho do Centro de Treino de Calvão, decisão que a FPB teve que tomar no início do ano lectivo de 2011/12, face à crise financeira que na altura já afectava a actividade do basquetebol português, na tua opinião foi uma machadada irreversível para a evolução das selecções de formação ou pensas que haverá outros modelos que possam também proporcionar bons resultados a nível europeu, como os que temos alcançado nos últimos 4 anos, com 4 subidas à Divisão A?

R (ACN) – «Parece-me inegável o decisivo contributo do Centro de Treino de Calvão para a obtenção dos resultados destes últimos anos! Portanto este é um caminho que já provou dar frutos. Provavelmente outros haverá em que os resultados também possam ser bons (estágios mais regulares, participação assídua em torneios internacionais, criação da selecção de Sub-15, etc…), no entanto para a nossa realidade, julgo que juntar um grupo alargado de jogadoras com potencial e em idades mais precoces, é a forma mais directa e objectiva de cedo influenciar o seu processo de formação e os seus hábitos de trabalho. Quero acreditar que não foi o fim do Centro de Treino mas apenas uma suspensão temporária, de forma a recuperar alguma saúde financeira.».     

P (JT) – O grande óbice desta selecção é, para além da inexperiência de 75% (9 em 12) das jogadoras que a compõem, a baixa estatura média em que apenas três delas (Beatriz Jordão, Susana Carvalheira e Mariana Silva) ultrapassam o 1,80m. Estes dois factores condicionam a estratégia que a equipa técnica pensa implementar, ou acreditas que a imagem de marca (espírito guerreiro) que sempre tens conseguido transmitir às tuas jogadoras, desde que foste convidada para o cargo que desempenhas, irá fazer com que consigas manter Portugal na elite europeia?

R (ACN) – «Efectivamente em termos biométricos somos uma selecção bem abaixo da média do que já pudemos observar aqui em Debrecen. Portanto temos de ter outras armas e outras soluções para combater esse défice. Toda a nossa preparação procurou antecipar e encontrar soluções para as dificuldades que vamos encontrar. Foi um mês de trabalho muito duro, intenso e desgastante em que se nota evolução e progresso no nosso jogo. Como treinadores não estamos nunca satisfeitos e gostávamos que todo este processo fosse de aquisições mais rápidas e consistentes, para podermos avançar nos conteúdos. Mas seremos, com certeza, uma equipa guerreira e lutadora, com a alma e carácter que nos tem caracterizado.».          

P (JT) – Durante a preparação final que se iniciou em meados de Junho a equipa participou no II Torneio Internacional Cidade da Covilhã/UBI, tendo-se classificado na 3ª posição, atrás das selecções de Sub-18 (Eslovénia e Portugal), naturalmente mais fortes, mas à frente da Dinamarca (Sub-16), que também subiu à Divisão A, em 2013. Na semana anterior a tua selecção também esteve num torneio em Vagos que teve a presença da equipa sénior da AD Vagos e sabemos que também se portou bem, ganhando o torneio. Achas que foi a preparação suficiente ou entendes que ficou aquém do que a equipa técnica pretendia, com o objectivo de se adquirir ritmo competitivo?

R (ACN) – «Os períodos de estágio foram em óptimas condições de treino. É claro que gostávamos muito de ter tido mais oportunidades de confronto internacional e com níveis de dificuldade e de oposição mais parecidos com o que vamos encontrar aqui, pois sentimos que assim cresceríamos mais e mais rápido. Tivemos a preparação possível e não gostamos muito de nos lamentar do que seria desejável mas não podemos ter. Temos consciência plena da tarefa árdua e difícil que temos pela frente, mas também temos ilusões…».

 

 


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