O mais importante são as crianças
 
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O mais importante são as crianças

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altNão sou, nunca fui, nunca pretendi ser, o que não é possível ser: dono da verdade. Contudo, o que espero nunca deixar de ser, é um homem de convicções. Uma das convicções,

que me está profundamente enraizada, é que no minibásquete o mais importante são as crianças, todas as crianças.

De todos os desportos que conheço, nenhum promove tanto como o minibásquete, a igualdade de oportunidades para todos os participantes, a possibilidade de interação total no campo de jogo entre todos os intervenientes, companheiros de equipa e adversários; e finalmente a total possibilidade de desenvolvimento da autonomia e capacidades de cooperação. A riqueza formativa e educativa do minibásquete é enorme.

Face à sua riqueza, é no meu entender decisivo para a modalidade, que esta seja capaz de levar por diante o princípio que recentemente ouvi na reunião da Fiba-Europa, relativamente ao minibásquete: “As much as possible as long as possible”.Traduzindo e reforçando a ideia, é fundamental que o minibásquete consiga cativar o maior número de crianças possível e que a experiência seja tão positiva, que as leve a fidelizar à modalidade durante o maior número de anos possível.

Isto não será possível, face à idade das crianças que desejamos entusiasmar para o minibásquete, se nos limitarmos às preocupações de desenvolvimento técnico-tático e não levarmos em consideração a função pedagógica e educativa, decisiva em qualquer atividade destinada dos mais novos.

É para mim um privilégio e uma honra poder encerrar os depoimentos da iniciativa do Planeta Basket. A riqueza dos depoimentos publicados é incomensurável. São um louvor aos milhares de pessoas que já deram do seu tempo a esta nobre causa. Evocar todos é impossível.

Se não sou, como disse no início do meu depoimento, dono da verdade, também não sou dono da justiça. O mais que posso fazer, e aí tenho a minha consciência completamente tranquila, é um enorme esforço para ser justo, pelo que não posso terminar o meu depoimento sem mencionar, quem me cativou para o minibásquete, quem me influenciou e ajudou a formar o meu gosto e paixão pelo ensino dos mais novos, alguém que nesta hora terei que imperiosamente evocar: O Prof. Mário Lemos o meu mestre.

 

Comentários 

 
+4 #1 Humberto Gomes 23-12-2014 08:14
Meu caro San Payo,
Chama-se a isso fechar com "chave de ouro". Permite-me que subscreva, por inteiro, as tuas palavras. É que, de facto, "Num mundo que se faz deserto, temos sede de encontar um amigo". Amigo, amigos que possam comungar e partilhar connosco a extraordinária função pedagógica e educativa do minibasquete.
Trata-se de uma causa nobre, porque é gigantesca a sua riqueza formativa e educativa, como provam à evidência os testemunhos registados.
Precisamos é de estar atentos e termos a humildade de saber reconhecer as referências, para contribuirmos para a grandeza e elevação dessa causa nobre.
As "tais" preocupações de desenvolvimento ...(?)
técnico-tático, só podem conduzir a que no escalão de sub-14 se pratique "atletismo com bola", com os mais altos a jogar dentro do garrafão...
Se, como diz o San Payo, o prof. Mário Lemos foi o seu mestre, tomemo-lo, então, como referência, grande referência, a ambos !
.
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