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Reflexões mundiaisA Espanha sagrou-se campeã do Mundo pela segunda vez na sua história, repetindo o feito alcançado em 2006. Entre outras coincidências, o torneio voltou a realizar-se no continente asiático e os EUA voltaram a sair derrotados.

Sem querer retirar o foco da vitória Espanhola e das fantásticas campanhas de seleções como a Argentina, a França ou a Austrália, o tema forte do evento disputado este ano foi mais uma quebra da hegemonia norte-americana. Os americanos não perdiam um jogo em grandes competições internacionais desde 2006, altura em que os então jovens LeBron James, Dwyane Wade, Carmelo Anthony e companhia foram derrotados pela Grécia nas meias-finais do Mundial.

Desde então, o domínio norte-americano em Jogos Olímpicos e Mundiais foi incontestado e assente nos talentos individuais das grandes figuras da NBA, que consecutivamente marcaram presença nas grandes competições:

  • Jogos Olímpicos 2008 - Kobe Bryant, LeBron James, Dwyane Wade, Chris Paul, Jason Kidd, Carmelo Anthony, Chris Bosh e Dwight Howard;
  • Mundial 2010 - Stephen Curry, Kevin Durant, Derrick Rose, Russell Westbrook e Kevin Love;
  • Jogos Olímpicos 2012 - Kobe Bryant, LeBron James, Kevin Durant, Carmelo Anthony, Chris Paul, Russell Westbrook, James Harden, Kevin Love e Anthony Davis;
  • Mundial 2014 - Stephen Curry, Anthony Davis, James Harden, Kyrie Irving, Derrick Rose, Klay Thompson, DeMar DeRozan e DeMarcus Cousins;
  • Jogos Olímpicos 2016 - Kevin Durant, Kyrie Irving, Klay Thompson, Paul George, Carmelo Anthony, Draymond Green, Jimmy Butler, Kyle Lowry, DeMar DeRozan e DeMarcus Cousins.

Alem de contarem com os melhores jogadores, os norte-americanos contaram tambem com uma estrutura bem montada por Jerry Colangelo e Mike Krzyzewski, que se revelou fundamental para os sucessos obtidos neste período. Os anos passaram, a estrutura manteve-se, mesmo com a saída de Krzyzewski do comando da equipa, mas a participação dos melhores jogadores da atualidade não. Esse é obviamente o argumento mais fácil para explicar o desaire norte-americano.+

Ainda assim, essa é apenas a ponta do iceberg. Nos próximos dias tentaremos encontrar algumas respostas que ajudam a explicar o que se passou neste mundial e se o paradigma do basquetebol a nível planetário está ou não a mudar?

 

 


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